sábado, 11 de abril de 2015

SWEET PLACE: aproveitando garrafas

Em tempos de sustentabilidade, nada mais criativo e reciclável que decorar sua casa ou ambientes com garrafas de vidro reaproveitadas.
Existe no youtube vários tutoriais para se cortar a garrafa e dar um acabamento adequado ao vidro, para não causar acidentes com cortes.
Porém, o mais indicado é não fazer em casa, procure uma vidraçaria que faça esse tipo de corte (nem todas aceitam fazer o serviço para não ter problemas caso a garrafa do cliente quebre).

Abaixo, várias dicas interessante de decoração e reaproveitamento retiradas da página SUSTENTADOR, no facebook.








domingo, 15 de março de 2015

TECNOLOGIA: ressonância e arte

Faz-se necessário, a princípio, conceituarmos o que é RESSONÂNCIA.
Segundo o Dicionário Houaiss a ressonância é um estado de um sistema que vibra numa freqüência própria, com amplitude acentuadamente maior, como resultado de estímulos externos que possuem a mesma freqüência de vibração [O nome também se aplica à própria vibração.]
Também pode ser considerado um processo de transferência de energia de um sistema, que oscila numa freqüência própria, para outro que oscila com a mesma freqüência.
No caso, nos limitaremos as rubricas que conceituam mediante a Física.

Sim, isto mesmo, você de humanas, que fez vestibular para estudar design e achou que nunca mais precisaria ver esse terror de matéria das exatas!!!
Um verdadeiro designer deve estar sempre aberto a interdisciplinaridade e as múltiplas possibilidades de união entre as ciências para resultados criativos e inovadores.

Herin Atlan, cientista que já foi chefe do projeto Genoma, tem uma bela metáfora:
O conhecimento é como uma sala escura, onde você entra com um candeeiro e passa a explorar essa sala, a resposta que você procura pode estar justamente naquele canto escuro que não foi iluminado.

Este post é para mostrar alguns vídeos que mostram o uso da ressonância, inclusive em ondas sonoras, para experimentos científicos que criam impressionantemente resultados artísticos. Confiram e supere seus preconceitos, sua próxima grande ideia pode estar mui além do seu campo de estudo!

1. Neste primeiro vídeo, experimento com placa que emite ondas ressonantes criando belos desenhos com a areia conforme se muda a freqüência das ondas.




2. Neste segundo vídeo, essa dupla auto intitulada THE SLOW MO GUYS, que possui um canal do Youtube, onde fazem vários experimentos e filmam com câmera para serem vistos em slow motion. O resultado são imagens artísticas belíssimas! 




3. Este belo e último vídeo desse post é um experimento de muita delicadeza, onde elementos são levitados pelas ondas sonoras! Sem mais a comentar, assista!




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

ILUSTRAÇÃO: Sumiê

Derivado da caligrafia chinesa e originário dos templos budistas chineses durante a dinastia Sung (960 – 1274), o suiboku-ga chegou ao Japão no século XIV. Sob forte influência zen-budista evoluiu em território japonês para o sumi-ê. Assim como no zen-budismo, o momento da concepção é único, assim, não há dois desenhos iguais. E estes, por retratarem o vivo instante da alma naquele momento único, não comportam correção nem hesitação para não se ferir a pureza e a fidedignidade do estado de espírito revelado nos traços. Os traços devem revelar owabi – pobreza pura que basta-se a si mesma – a mais perfeita imperfeição.Abandona-se a inteligência intelectual: só a devoção interna é essencial para a criação do natural e do belo. O espaço em branco, chamado “yohaku”, assinala o que não foi expresso. A perfeição completa-se, como no haicai, o que o pincel não delineou.

A artista Lúcia Hiratsuka mostra abaixo a técnica básica para a pintura, que no caso dela, é usada para ilustração de livros.


Diz Masao Okinaka:
“Os elementos básicos do sumi-ê são três: simplicidade, simbolização e naturalidade. sumi-ê é uma arte subjetiva. A expressão livre que brota por meio da cor sumi e dos movimentos do pincel reflete com serenidade o caráter e a personalidade do autor, induzindo-o ao prazer das descobertas”.
Munidos do suzuri (recipiente para a preparação da tinta), fude (pincel feito com pêlo de ovelha ou texugo), kami (papel de arroz) e do sumi (tinta fabricada a partir da fuligem de plantas e cola), os artistas do sumi-ê pintam, especialmente oshikunshi (os 4 nobres), o que deixa bem claro a profunda ligação desta arte com a natureza. São eles:
  • orquídea selvagem representa o verão, espírito jovem e é símbolo da graça e virtudes femininas. Esta flor cresce no local mais inspirador de todos, onde a montanha encontra a água. 

  • bambu representa o inverno e significa a simplicidade da vida e a humildade. O tronco simboliza a força e as virtudes do sexo masculino. As sub-divisões do tronco representam as etapas da vida. O centro oco remete ao vazio interior pregado no zen-budismo e por fim, a resistência do bambu representa a estabilidade e caráter inabalável.
  • A ameixeira é o símbolo da esperança e da tolerância. O tronco retorcido inspira dureza e ainda assim carrega consigo a promessa da primavera, que se confirma com o aparecimento dos primeiros delicados brotos em janeiro. 
  • O crisântemo por antecipar o inverno desafiando o frio do outono, representa a perseverança, a lealdade e a modéstia. Também simboliza a vida familiar devido ao seu formato circular. É a flor-símbolo da Casa Imperial.

Uma obra do sumi-ê, assim como toda arte japonesa, carrega o espírito do artista. Fruto da inspiração artística do momento, todo traço é, assim como um golpe de espada, único e cheio de vitalidade, razão porque muitos samurais praticaram osumi-ê.


Fontes: 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

DESIGN: design para vinhos


O blog da revista ADEGA publicou bela matéria sobre o design dos decânteres. 
Clique na foto e confira a matéria!


Decânter para vinhos.

sábado, 24 de janeiro de 2015

PRODUTO: Xícara

Segundo o Dicionário Houaiss, XÍCARA é um substantivo feminino, que tem por definição ser um pequeno recipiente para bebidas quentes, com asa para facilitar a manipulação, ou, Derivação: por metonímia - A quantidade de bebida que comporta; xicarada.


Piccolo Affogato al Caffe

A língua portuguesa herdou essa palavra do Espanhol; jícara (1540) surgida provavelmente do náuatle (língua falada pelos astecas, hoje extinta) xicálli,  que era uma espécie de vasilha. 



O termo xícara usado no Brasil na atualidade, caiu em desuso em Portugal (onde se usa o termo Chávena ou Cup do Inglês), surgindo apenas na literatura, nos romances do século XIX, não é pois um brasileirismo, tornando-se uma arcaísmo em Portugal e usada comumente no Brasil.



Destina-se a servir bebidas como chácaféleitechocolate, entre outras, sendo que existem formatos e medidas apropriadas para cada tipo de bebida. Por exemplo, as xícaras de café são menores que as de chá. No entanto, não existe nenhum padrão estabelecido para essas medidas ou formatos. Tal não impede, contudo, que se utilizem também as xícaras como medidas para ingredientes em receitas culinárias.

Habitualmente, as xícaras são decoradas com motivos (florais, sobretudo) tornando-as, em alguns casos, autênticas obras de arte e objectos de colecção por apreciadores. Noutros casos, são estampadas com logótipos, funcionando como veículo de publicidade, ou outros desenhos para assinalar eventos, pessoas ou locais.



Há vários tipos e específicas para cada ocasião ou tipo de bebida.
  • Café - Menor em capacidade do que a do chá, com tamanho suficiente para acondicionar um "gole" de café, ou a quantidade suficiente para ser degustada sem queimar a boca.
  • Chá - Maior do que a do café em média 200 ml, serve para ser servida em mesas acompanhadas normalmente de torradas a estilo americano, com um acompanhamento, frio por exemplo ou britânico a torrada em si e o chá preto inglês.
  • Chocolate - Apesar de similar ao do chá em volume é maior e o diâmetro é levemente maior.
  • Eventos especiais, como o festival do chá no Japão, não possuem abas ou asas e são circulares, devem ser pegadas com dois dedos no máximo de cada mão e levado suavemente à boca, após um ritual.

xícara japonesa sem asa
Para os designers e artesãos das cerâmicas e louças, um objeto com mil possibilidades de formas e texturas visuais.



Bem como, outras possibilidades de uso, tudo que a criatividade mandar!!!





sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

NOTÍCIA - Revista Design e Educação



É com imenso prazer que lançamos o edital para chamada de trabalhos para nosso primerio periódico científico. A Revista Design & Educação, D&E, é uma publicação dedicada a divulgar reflexões e ações desenvolvidas nos ambientes de ensino superior de Design. Seu objetivo é fomentar as discussões na área e estimular o debate sobre a educação e seus desdobramentos através da publicação de artigos, ensaios, resenhas e entrevistas inéditas, frutos de pesquisa original ou histórica, que tragam contribuição para a área do Design e a Educação.

Editora Serifa Fina - http://www.serifafina.com.br/revista-de/

domingo, 28 de dezembro de 2014

VIDEO - Nature by Numbers

Pra quem sempre pensa que matémática, aritimética, geometria é uma coisa árida e da qual se deve fugir como o diabo foge da cruz, eis um vídeo que mostra a natureza e a beleza dos números.
Vídeo criado por Cristóbal Vila, do Etérea Studio.



Encontrei esse vídeo em uma das palestra da Confraria das Artes Liberais, grupo do Rio Grande do Sul que se aplica em estudar as 7 artes de elevação do conhecimento humano.